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segunda-feira, 17 de março de 2014

Eu voltei!


Não me lembro que livro é este, faz meses que tirei a foto rs
"Eu voltei, agora pra ficar..." - Eu não poderia deixar de citar esse trecho da música de Roberto Carlos, porque achei que seria muito legal e engraçado colocar aqui. Mas sim, eu voltei, e acredito que pra ficar. Como seria minha mente sem um blog?
No entanto, para a minha volta, foi necessário repensar algumas coisas. Isso porque sempre tive medo de confundir meu blog com os diários que escrevia na época da adolescência. Isso porque a gente começa a falar de tanta coisa, que acaba sendo muito íntimo e isso pode acarretar problemas para mim.
Por isso, a minha volta é bem cuidadosa, cautelosa, para que eu não me exponha além do que devo. Isso porque tenho pensado em várias postagens desde o dia 30 de dezembro de 2013, data do último post publicado. Ao mesmo tempo, tenho pensado em escrever sobre várias coisas interessantes, sobre livros que li, filmes que assisti, situações que passei...
Sabe, pareço uma pessoa bem tranquila - e sou - mas minha mente é um turbilhão de ideias, de pensamentos e, às vezes, chego até a pensar alto - às vezes penso alto demais rs. A melhor forma que encontro para me expressar é através da escrita. Não imaginaria a minha vida sem a oportunidade de ler e escrita.
E sobre o que eu poderia falar aqui? Bem, poderia continuar falando sobre o cotidiano, a cultura, a política. Poderia falar sobre as sacadas geniais ou não que tenho, as observações que faço sobre algumas coisas, as descobertas de easter eggs reais.
 Sobre séries, estou vendo The Walking Dead (nossa, eu poderia muito escrever pelo menos um post sobre, né?). Dei uma pausa em Downton Abbey, Dexter (atrasadona na terceira temporada e a série já findou), Once Upon a Time.... ainda ressentida com o final de Fringe. Super feliz com a volta filme de Veronica Mars (e doida pra chegar em DVD no mês de maio tsc tsc). E lembrando que eu tinha dado uma pausa em How I met your mother (mais atrasada ainda do que em Dexter) e pensando em ver Comunity. Abandonei Glee. Parei de ver The Vampires Diaries, mas não foi por querer (apesar de que de vez em quando vejo alguns episódios de temporadas mais recentes). Enfim...

Li vários livros, de vários temas, desde Comunicação/Jornalismo, Cinema até livros cristãos com diversas abordagens (oração, liderança e autoridade espiritual só para citar alguns deles) e ficção, é claro. Também poderia deveria escrever sobre eles.

Então, vamos lá? Chega de ficar enrolando. Vou pensar em algum desses assuntos - ou a relação entres eles - e mandar brasa. Já até tenho uma ideia aqui: adaptação de livros para cinema e/ou televisão (e pensei muito nisso nos últimos dois anos). Mãos à obra!

Opa opa opa! Lembrando que já escrevi sobre isso em outro post, então vou tentar pensar em outro viés. Ok!

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Vale a pena fazer o bem?

Ela sempre será Gigi pra mim, apesar de ser Snow White agora

Eu já me peguei me fazendo essa pergunta muitas vezes. Mas o que desencadeou este post foi um episódio da série Once upon a time. Aproveitei o tempo livre para ver vários episódios e, em um deles (da 2ª temporada, entre o 13 e o 18, não me lembro bem porque vi todos em sequência), a personagem Mary Margaret (Snow White, ou seja, Branca de Neve) faz essa indagação.

O motivo de ela fazer a pergunta é que ela observa suas ações boas, mas não vê os resultados a curto prazo. Pelo contrário, acontece mais confusão, mais problemas, por conta dos vilões da série. Ela diz a David (Prince Charming, ou seja, Príncipe Encantado) que deseja um happy ending (final feliz).

Parei pra pensar na mesma coisa e fazer a mesma pegunta, por isso o título deste post. Será que realmente vale a pena fazer o bem? Isso porque a gente faz tudo certo, tudo bem, mas algo dá errado. Tratamos pessoas com sinceridade e carinho e recebemos falsidade e "ponta-pés" depois. Nos esforçamos e nos dedicamos a um projeto ou a um trabalho, mas não atingimos o objetivo ou não somos reconhecidos. E vários outros exemplos.

Mais aí eu me lembro do Salmo 37:

[Salmo de Davi] Não te indignes por causa dos malfeitores, nem tenhas inveja dos que praticam a iniqüidade.

Porque cedo serão ceifados como a erva, e murcharão como a verdura.
Confia no SENHOR e faze o bem; habitarás na terra, e verdadeiramente serás alimentado.
Deleita-te também no SENHOR, e te concederá os desejos do teu coração.
Entrega o teu caminho ao SENHOR; confia nele, e ele o fará.
E ele fará sobressair a tua justiça como a luz, e o teu juízo como o meio-dia.
Descansa no SENHOR, e espera nele; não te indignes por causa daquele que prospera em seu caminho, por causa do homem que executa astutos intentos.
Deixa a ira, e abandona o furor; não te indignes de forma alguma para fazer o mal.
Porque os malfeitores serão desarraigados; mas aqueles que esperam no SENHOR herdarão a terra.
Pois ainda um pouco, e o ímpio não existirá; olharás para o seu lugar, e não aparecerá.
Mas os mansos herdarão a terra, e se deleitarão na abundância de paz.
O ímpio maquina contra o justo, e contra ele range os dentes.
O Senhor se rirá dele, pois vê que vem chegando o seu dia.
Os ímpios puxaram da espada e armaram o arco, para derrubarem o pobre e necessitado, e para matarem os de reta conduta.
Porém a sua espada lhes entrará no coração, e os seus arcos se quebrarão.
Vale mais o pouco que tem o justo, do que as riquezas de muitos ímpios.
Pois os braços dos ímpios se quebrarão, mas o SENHOR sustém os justos.
O SENHOR conhece os dias dos retos, e a sua herança permanecerá para sempre.
Não serão envergonhados nos dias maus, e nos dias de fome se fartarão.
Mas os ímpios perecerão, e os inimigos do SENHOR serão como a gordura dos cordeiros; desaparecerão, e em fumaça se desfarão.
O ímpio toma emprestado, e não paga; mas o justo se compadece e dá.
Porque aqueles que ele abençoa herdarão a terra, e aqueles que forem por ele amaldiçoados serão desarraigados.
Os passos de um homem bom são confirmados pelo SENHOR, e deleita-se no seu caminho.
Ainda que caia, não ficará prostrado, pois o SENHOR o sustém com a sua mão.
Fui moço, e agora sou velho; mas nunca vi desamparado o justo, nem a sua semente a mendigar o pão.
Compadece-se sempre, e empresta, e a sua semente é abençoada.
Aparta-te do mal e faze o bem; e terás morada para sempre.
Porque o SENHOR ama o juízo e não desampara os seus santos; eles são preservados para sempre; mas a semente dos ímpios será desarraigada.
Os justos herdarão a terra e habitarão nela para sempre.
A boca do justo fala a sabedoria; a sua língua fala do juízo.
A lei do seu Deus está em seu coração; os seus passos não resvalarão.
O ímpio espreita ao justo, e procura matá-lo.
O SENHOR não o deixará em suas mãos, nem o condenará quando for julgado.
Espera no SENHOR, e guarda o seu caminho, e te exaltará para herdares a terra; tu o verás quando os ímpios forem desarraigados.
Vi o ímpio com grande poder espalhar-se como a árvore verde na terra natal.
Mas passou e já não aparece; procurei-o, mas não se pôde encontrar.
Nota o homem sincero, e considera o reto, porque o fim desse homem é a paz.
Quanto aos transgressores, serão à uma destruídos, e as relíquias dos ímpios serão destruídas.
Mas a salvação dos justos vem do SENHOR; ele é a sua fortaleza no tempo da angústia.
E o SENHOR os ajudará e os livrará; ele os livrará dos ímpios e os salvará, porquanto confiam nele. 
(Salmos 37:1-40)

Bem, acho que não preciso dizer mais nada, né? Mas para concluir: Vale a pena fazer o bem sim! Tem coisas que fazemos e vemos logo o resultado. Porém, há coisas que só vemos com o tempo. A própria Bíblia diz, em outro texto, que a gente colhe o que planta. Do que adianta fazer o mal para colher o pior? 

Além do mais, muitas, mas muitas vezes, baseamos nossas ações naquilo que as pessoas vão pensar de nós e também no que elas fazem e no que APARENTEMENTE elas têm. Fiz questão de frisar a palavra porque a gente se liga muito na aparência e essa não dá a verdadeira medida da realidade. 

terça-feira, 2 de abril de 2013

O livro ou o filme?

Ou o contrário!

Uma coisa que sempre me encantou foram as adaptações de obras literárias para as telas do cinema e/ou da televisão. O encantamento é tanto que estou escrevendo uma monografia a respeito. O interessante é saber que existem vários tipos de adaptação, desde aquelas que praticamente seguem ao pé da letra a narrativa da obra impressa até outras que contém só referências breves.

Bem, não pretendo fazer deste um post acadêmico. Mas gostaria de lançar uma pergunta: Você prefere o livro ou o filme/série de TV no qual ele foi baseado? Já fiz essa pergunta a algumas pessoas e a resposta normalmente era "o livro, porque há mais detalhes, dá pra dar asas à imaginação". 

Eu concordo! Gosto muito de ler e gosto de deixar minha imaginação fluir quando leio uma história. Gosto desde livros que descrevem cenários e pessoas com riqueza de detalhes e até mesmo daqueles que sugerem que o leitor pode imaginar isso e muito mais. Ler enriquece a mente! Nos torna mais criativos!

Bem, já vi muitos filmes e séries baseados em livros. Alguns cheguei a ler a obra original. Atualmente, por exemplo, estou lendo O Conde de Monte Cristo, livro de Alexandre Dumas e que têm várias adaptações para o cinema, como a ótima cujo personagem principal é vivido por Jim Caviezel e uma série (pasmem!) que descobri ontem à tarde, cujo Edmond Dantès é interpretado por Gerard Depardieu (foi exibido ontem o 1º episódio na TV Brasil, mas eu me esqueci de assistir =/) .

Quando a gente vê o produto audiovisual primeiro para depois ler o livro é estranho. Isso porque as imagens já ficam presas na nossa mente e, durante a leitura, a gente imagina as cenas do filme/série. Nossa imaginação fica limitada. O pior é quando percebemos que há fortes mudanças de um para o outro. A mente até se confunde um pouco.

Mas, não reclamo das adaptações não. Ainda que não sejam bem sucedidas, elas, de toda forma, remetem ao texto original e despertam a curiosidade para o livro. Se você abrir a lista de livros mais vendidos publicada pela revista Veja, por exemplo, vai perceber que grande parte daquelas obras remetem a adaptações para o cinema ou TV. 

O mais interessante de tudo é que, hoje em dia, o caminho inverso também acontece: filmes/séries que tornam-se livros. É o fenômeno transmídia mostrando vigor em uma sociedade com cada vez mais informação.

Para o gran finale, segue a lista de livros que já li - certamente você encontrará algum que já virou filme e/ou série: Minha lista no Skoob.

sábado, 2 de março de 2013

Anne, Bento e a nossa falta de opinião própria

Anne Elliot

Estou fazendo uma monografia que trata de Dom Casmurro em uma adaptação para a TV. O interessante é que, no meio do texto, o qual li com bastante afinco para fazer as devidas correções, deparei-me com uma comparação intrigante que fiz: há semelhança entre Anne Eliot e Bento Santigo.

Bento Santiago

Bentinho é influenciado por José Dias, assim como Anne Elliot tem interferência de Lady Russel. Ao contrário da heroína de Persuasão, obra de Jane Austen, Dom Casmurro não volta atrás e, diante da sua solidão, fruto de suas corrosivas suspeitas, torna-se um “homem calado e metido consigo” (ASSIS, 1994, p. 1).

Anne Elliot é uma jovem da qual já falei em outro post. Já Bento Santiago - ou Bentinho ou Dom Casmurro - é narrador-personagem de uma das obras mais lidas e apreciadas da Literatura Brasileira. Ambos são persuadidos por pessoas mais velhas, colocados como conselheiros, para repudiar as pessoas quem amam, respectivamente, Frederick Wenthwort e Capitu. 

Lady Russel é a mulher que insiste que Frederick Wenthwort não é o homem ideal para Anne Elliot. José Dias adjetiva Capitu de olhos de cigana oblíqua e dissimulada, na tentativa de influenciar Bentinho. Oito anos e meio se passam e Anne reencontra seu amado e tem a oportunidade de reatar com ele e casar. Após o casamento e o filho, Bento começa a se inflamar de ciúmes, acreditando que sua esposa havia o traído com seu melhor amigo, Escobar.

Anne e Frederick reatam e têm um final feliz. Bento transforma-se em Dom Casmurro e é sufocado pelas suas suspeitas, tão trágico como a história de Otelo, Desdêmona e Iago - este último o conselheiro cruel. Mas eu falei sobre Anne, sobre Bento... aí você me pergunta: e sobre a nossa falta de opinião própria? Agora eu cheguei lá.

Vamos combinar: muita coisa que a gente fala e faz é para agradar os outros. Parece que somos atores e sempre queremos receber aplausos no final. Mas será que tem que ser assim mesmo? Será que nossa meta é essa? Acredito que não.

Não estou querendo dizer com isso que não devemos acatar conselhos. Existem excelentes conselheiros para a nossa vida, claro! E a gente deve ouvir e, em muitos casos, aceitar e agir conforme foi aconselhado. O problema é que temos também falsos conselheiros, aquelas pessoas que fingem ser nossos amigos, mas só querem nos manipular. 

O que a gente precisa fazer é usar a cabeça sempre! Ouvir tudo, mas avaliar e reter o que é bom. É bom ter uma pessoa mais velha para nos direcionar, mas até que ponto essa pessoa tem conhecimento e maturidade suficiente para nos orientar? Sem contar que existem decisões que devemos tomar sem ajuda das pessoas ao nosso redor, são coisas super pessoais. 

Eu tenho Deus no meu coração e Ele me ajuda a tomar todas as decisões que eu preciso tomar. Para algumas, ele usa pessoas para me orientar. Para outros, Ele mesmo quer falar ao meu coração e aí não preciso ouvir ninguém. Isso me dá uma paz, por saber que alguém que criou tudo, me criou, conhece presente, passado e futuro tem super vontade de me guiar e me orientar. Como não amar esse Deus, não é?

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Você já quis ser outra pessoa?

Pôr do sol na Baía de Todos os Santos

O título é uma pergunta a você, caro leitor, e antes que queira deixar este post, vou logo avisando que vai valer a pena ler cada linha escrita aqui.

Sim, eu já quis ser outra pessoa. Quando? Quando eu era mais nova e achava minha vida bem sem graça. Olhava para alguém da escola ou dos filmes e séries que eu via - ok, das novelas que eu via também, naquela época eu via novelas - e tentava me imaginar como uma daquelas pessoas ou personagens. Lógico que a vida deles - real ou ficcional - sempre parecia mais atraente que a minha.

Aí, fui crescendo - não tanto em tamanho, pois meio que me boicotei e não cresci tanto quanto eu esperava ou prometia que ia. Os anos foram passando e fui percebendo o quanto era bobo aquele pensamento cliché do "a grama do vizinho é mais verde". 

Em tempos de redes sociais, todo mundo quer expor os "álbuns" de sua vida e todos parecem muito bonitos ou muito sorridentes. Sim, eles são e estão. Mas isso não significa que eu deseje ser como um deles - ainda bem! Por que a grama do vizinho segue as estações do ano - diferente de Salvador que, como vi hoje, só tem quatro estações que são Verão, Pirajá, Mussurunga e Iguatemi rsrs - e pode estar verdinha em um dia e totalmente seca em outro.

Bem, eu vi que eu precisava ter minhas próprias histórias e experiências. E tive. E ainda terei muitas, se assim Deus permitir. E se eu também me permitir ter ao invés de ficar me queixando do que não tenho ou do que perdi. Só o fato de estar viva já é uma experiência incrível!

terça-feira, 16 de novembro de 2010

"As coisas querem sorvete..."

A gente gosta de muitas coisas com as quais se identifica, né? Pois bem, assisti a uma série com a qual me identifiquei demais: Tudo o que é sólido pode derreter.

A série, exibida pela Tv Cultura, conta a história de Thereza, uma adolescente que está no seu primeiro ano do Ensino Médio e que vive grandes aventuras inspiradas ou similares às grandes histórias da literatura brasileira e portuguesa, como Dom Casmurro, de Machado de Assis, Os Lusíadas, de Luís de Camões ou Quadrilha, de Carlos Drummond de Andrade.

De um jeito contemporâneo, leve, divertido e por vezes dramático, a série propõe aproximar os jovens e adolescentes da leitura, algo tão desprezado no nosso Brasil (infelizmente!). Thereza é uma personagem muito interessante, alegre, inteligente e cheia de personalidade, bem interpretada por Mayara Constantino. Aliás, a série surgiu a partir do curta metragem de mesmo nome, de Rafael Gomes e Esmir Filho - que também dirigem os episódios.

É muito legal ver Thereza dialogando com personagens e autores dos livros. Afinal de contas, há uam frase que diz: "Quem escreve, constrói um castelo. Quem o lê, passa habitá-lo". E nesse castelo a gente encontra tantas histórias, tantas pessoas, tanta coisa em comum e ao mesmo tempo tanto a aprender!

Uma coisa que me chamou muito atenção foi a trilha sonora. Quem me conhece sabe que gosto muito de música internacional, mas a seleção de canções foi escolhida a dedo pelos produtores, incluindo vários artistas que estão fora do mainstream.



Muitas séries e filmes sobre adolescentes me dão arrepios por conta de histórias superficiais e personagens sem graça. Mas esse seriado vale muito a pena de ser visto. Você pode ver os episódios na internet, gratuitamente, aqui (foi assim que consegui vê-los!).

"As coisas querem sorvete. Banana, maçã, limão. As coisas querem ser coisas, que na verdade não são..." (As coisas, de Érika Machado, música de abertura da série).

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

De médico e de monstro todo mundo tem...

Amante de uma boa leitura, "viajo" pelas obras literárias nacionais e internacionais. Ávida por ler especialmente os clássicos da literatura, muitos deles largamente adaptados para os palcos do teatro, as telas do cinema ou da televisão.

Recentemente, tive a oportunidade de adquirir e ler O médico e o monstro (em inglês, The strange case fo Dr. Jekyll and Mr. Hyde). Romance de horror escrito pelo o escocês Robert Louis Stevenson, a história fala sobre estranhas coincidências entre o médico Dr. Henry Jekyll e o misantropo Edward Hyde, investigadas pelo advogado londrino Gabriel John Utterson, amigo do doutor.

O romance trata das múltiplas personalidades, mostrando que uma mesma pessoa pode ter uma personalidade boa e outra má. De fato, o Dr. Jekyll descobriu uma forma de "extrair" toda a parte má de uma pessoa - no caso, dele mesmo - e eis que surge Edward Hyde, magro, baixo e com aparência desprezível, mas que, aos poucos, vai dominando o Dr. Henry Jekyll.

A mudança Jekyll-Hyde dá-se com uma poção criada pelo doutor. Há também relatos de pessoas com múltiplas personalidades, transtorno bipolar, etc. Mas, ao ler o livro, fiquei pensando o quanto cada um de nós temos um lado bom e um lado mau. Vou explicar melhor...

Leia Romanos 7. O texto é um desabafo do apóstolo Paulo, aquele que perseguia cristãos, mas que teve um encontro com Cristo e tornou-se um dos mais importantes missionários de Jesus na história. Quando leio esse texto, e o fiz recentemente na minha leitura da excelente carta aos Romanos, identifiquei-me com o sentimento de Paulo.

A todo o instante, sou levada a fazer coisas erradas. Várias coisas erradas mesmo, coisas que muitas pessoas ficariam estarrecidas e escandalizadas se eu realmente colocasse em prática. Graças a Deus (e graças a Deus mesmo!), o Espírito Santo de Deus que habita em mim tem me alertado sobre o que é certo ou errado a fazer, não pela minha ótica ou pela ótica da sociedade, e sim pela infinita visão e sabedoria de Deus.

São lutas constantes. Assim como Jekyll lutava para livrar-se de Hyde, carne e espírito batalham diariamente para ter o controle em minha vida. E quem leva a melhor? Bem, leva a melhor quem for mais alimentado. Para enteder mais, leia Gálatas 5.

Confesso que muitas vezes, a carne ganha algumas lutas. É triste, é vergonhoso. Mas então lembro-me que estou no processo de santificação e que dependo de Cristo. Penso em Filipenses 1.6. Sem Ele, nada posso fazer. Penso em João 15.5.

Engraçado que hoje, um dia depois de começar a escrever este post, estava ouvindo músicas da banda cristã Resgate no Grooveshark e achei uma cujo o título é O médico e o monstro. E sim, a música tem muito a ver com estas linhas que escrevo. Para conferir a letra e ouvir a música, clique aqui. Outra música interessante sobre identidade, máscaras, é esta daqui do Fruto Sagrado.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Como escolhi o Jornalismo (1)

Eu já quis ser muita coisa. Lembro-me que gostava de folhear o Geoatlas da minha irmã e ficar conhecendo um pouco mais sobre os países do mundo. Era fácil reconhecer capitais e bandeiras. Talvez eu quisesse estudar Geografia ou Turismo.

Também gostava de brincar de ser professora. Pegava livros de Matemática avançados para a minha idade (aprendi equações com 10 anos) e ensinava às minhas bonecas e ursos de pelúcia qual era o valor da incógnita x.

Quando a Globo começou a exibir Plantão Médico (a série americana ER), tornou-se meu seriado favorito. Eu achava linda aquela profissão e dizia a mim mesma que seria médica de pronto socorro algum dia.

Eu também imitava as garotas propagandas da Insinuante (em uma época que a linguagem publicitária era menos apelativa do que hoje). Também sentava-me na parte de cima do sofá, em frente à janela aberta e começava a apresentar o Jornal Nacional com minha amiga imaginária.

*Minha colega Nicole Bianchi e eu, nos estúdios da Tv Aratu, simulando apresentação de telejornal (2008)

No segundo grau, me apaixonei por química. E pensei em Engenharia Química na Feira de Profissões da escola. Mas, nessa mesma feira, percebi o quanto me empolgava com Jornalismo. Como gostava de assistir telejornais. como me divertia lendo jornais impressos e revistas. Como me identificava com aquilo. Então, me decidi.

Hoje, fico pensando se eu tivesse escolhido Química, como minha vida seria. Certamente eu não teria muitas das bênçãos que tenho hoje como jornalista. Sim, há muitas lutas e dificuldades, como qualquer outra profissão. Infelizmente, nosso trabalho não é tão valorizado no Brasil, especialmente na Bahia. Mas isso não é desculpa para procurar fazer o melhor.

E o que é o melhor? É comunicar, informar. É o compromisso com o público. É também ajudar a educar. Nesses 20 e poucos anos, aprendi que a informação ajuda-me a viver. E viver melhor. A Bíblia fala sobre isso: "O meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento..." Oséias 4.6.

Acho que este é o só o primeiro de uma série em que falarei sobre meus desafios na profissão. Até mais! Ah, Feliz Dia do Blog! (vi isto no Twitter).

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Soundtracks - o retorno

Momentos depois de postar Soundtracks, lembrei-me de que havia esquecido de colocar uma música! Aliás, vou colocar duas, três...

Sobre Veronica Mars: uma de minhas séries favoritas! Lembro de quando passava a propaganda antes de estrear na TNT. Eu e minha irmã dizíamos que Veronica era o que Chloe Sullivan seria se não fosse ofuscada por Clark Kent em Smallville rs. Coloquei a música do Pete Yorn porque ela é muito legal (até tocou em Smallville!) e também porque é do episódio piloto, um marco. A outra é também muito legal e mostra o casal LoVe (Logan e Veronica).
Veronica Mars: Pete Yorn - Just Another ("Pilot" S01E01)
Veronica Mars: The Perishers - Sway ("Plan B" S02E17)

Sobre Cold Case: é a série que tem a melhor trilha sonora! Simplesmente isso! Escolhi uma música porque é uma música que gosto muito, mas poderia ter escolhido tantas outras...
Cold Case: Lifehouse - You and me ("One Night" S03E16)

Sobre Lost: para que tá com saudade de ficar se perguntando o que é a ilha, o que é o monstro de fumaça e quem é Jacob, deixo uma música que tocou na primeira temporada. Hurley ouviu a música no discman até acabar a bateria...

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Soundtracks

Gosto demais de trilhas sonoras. Tanto de filmes, como de séries. Só de ouvir as primeiras notas das clássicasmúsicas de Superman, Indiana Jones e Star Wars, já lembro de que longa metragem se trata. A mesma coisa quando ouço músicas que já tocaram em séries: me vem na mente a cena exata! Alguns seriados são especialistas em músicas (como Cold Case, ou Arquivo Morto na versão SBT).

Separei algumas cenas com músicas que gosto demais nas séries. Não é um Top 5 ou Top 10, são simplesmente uma pequena coletânea de canções em cenas marcantes. Isso porque ultimamente tenho ouvido as boas soundtracks de Smallville (até a 4ª temporada é excelente) e de One Tree Hill (que nunca acompanhei muito, mas acho legal). Here we go!

Sobre Smallville: Nas primeiras temporadas, a série sobre a adolescência do Superman destacava-se pelas ótimas músicas que tocavam no fim do episódio. Destaco a do Binocular porque acho muito legal esta introdução, a cena é bem divertida e este é o atual toque do meu celular rsrs. A segunda cena escolhida já é da 4ª temporada, considerada por muitos como o "fim da fase de ouro de Smallville" (também acho!). Switchfoot é a banda e a cena é muito legal também.

Smallville: Binocular - You ("Hothead" S01E03)
Smallville: Switchfoot - This is your life ("Blank" S04E19)

Sobre The O.C.: Série adolescente, apresentava várias bandas novas em alguns episódios. A música da abertura é inesquecível. A série também foi perdendo a graça conforme as temporadas foram passando. Esta é uma das melhores cenas de séries que eu já vi.
The O.C.: Finn Quayle & William Orbit - Dice ("The Countdown" S01E14)

Sobre Fringe: Eu curto demais os anos 80! Sempre curti Tears for Fears e ver Walter Bishop cantando foi simplesmente incrível! (OK, a voz dele não tá lá essas coisas todas rs, mas tá muito massa do mesmo jeito).
Fringe: Tears for fears - Head over heels ("Brown Betty S02E20)

Sobre Glee: Vão me chamar de injusta, afinal a série toda tem ótimos números musicais, afinal é uma série musical não é mesmo? Mas escolhi esta cena porque é a cena do piloto, é a cena que apresenta Glee e tem uma música dos anos 80 que ficou simplesmente incrível nesta nova versão.
Glee: Journey: Don't stop believin' ("Pilot" S01E01)

quarta-feira, 2 de junho de 2010

O que a tecnologia te proporcionou?

Já parei pra pensar nisso algumas vezes. Até mesmo já coloquei algo a respeito no meu perfil do Twitter. Sei que, em termos de informação, a Internet tem me ajudado a descobrir muitas coisas novas. E talvez o "muitas" seja muito pouco para descrever. São tantas que até atrapalham.

Lembro-me nos idos dos anos 90 quando a Globo exibia Barrados no Baile (ou 90210, em inglês). Era a série que mais fazia sucesso e não era difícil encontrar fãs entre os meus amigos. Bem, com o avançar das temporados, Shannen Doherty (a Brenda, uma das protagonistas) saiu da série. Segundo minha irmã, ela saiu porque brigou com o diretor da série. Eu não havia lido algo a respeito sobre isso e nem visto alguma reportagem na televisão, mas acreditei no que minha irmã disse. O Wikipédia me informa, hoje, o real motivo da saída dela: briga com Tori Spelling (a Donna, do mesmo seriado), que é filha do falecido produtor da série Aaron Spelling.

Tá vendo? Só com esse exemplo, mostro o quanto a Internet me informa com mais precisão os fatos. A mesma coisa em relação à música: na década de 90 e início dos anos 2000, era complicado ter minhas músicas favoritas. Nunca fui de comprar muitos CDs, até porque sempre preferi seleções aleatórias de músicas que tocavam nas rádios - até hoje é assim. O processo era complicado mesmo: eu torcia para minhas músicas favoritas tocarem e aí deixava "no ponto" a fita cassete (isso mesmo!) no gravador. Pronto, era só apertar REC e poderia gravar. Pena que várias músicas tinham cortes e algumas delas tinham propaganda da rádio bem no meio. Mas era algo emocionante, sabe. Hoje ficou muito mais fácil: é só buscar sites de downloads de músicas e acessar o Youtube para ouvir as minhas preferidas. Simples.

Hoje é mais fácil saber as notícias do Brasil e do mundo. Mais fácil conferir trailer de lançamento de filmes - e ver quantas vezes quiser. Até mesmo rever aquele desenho animado ou série legais (há uns dois anos, pude rever as temporadas completas do anime Samurai X e do tokatsu Jaspion).

Mesmo com toda essa praticidade, sinto um pouco falta daquele tempo. Das surpresas. Da dificuldade de encontrar informações. Das descobertas. E até mesmo das minhas fitas cassete, gravadas e regravadas umas dezenas de vezes. Mas ficaram no passado.

terça-feira, 13 de abril de 2010

Certa música me lembra....

Hoje peguei uma chuva... Não peguei nenhuma gota voluntariamente com as mãos e sim me molhei - ainda que estivesse com sombrinha. Afinal de contas, é outono em Salvador e essa estação do ano, que remete a frutos e folhas caídas, por aqui é sinônimo de chuva, muita chuva, numa cidade tão quente e úmida.

Para me inspirar, resolvi ouvir várias músicas com o nome "Rain" (chuva, na língua inglesa). Escutei Rainy Days, do Big Dismal, já postada aqui, assim como Kiss the rain, de Billie Myers, lembrando-me do seriado Dawson's Creek, e talvez fazendo uma alusão ao tal "Dia do Beijo" comemorado hoje.

Então pensei sobre músicas e momentos. E comecei a relembrar algumas músicas que, quando escuto, sempre me fazem lembrar de pessoas que passaram pela minha vida.

Bem, vou começar pela minha época do ginásio, hoje conhecido como ensino fundamental. Todos os dias, eu pegava um ônibus para ir à escola e sempre via um garoto, aparentemente mais velho que eu, que sempre pegava um outro ônibus. Era 1997, 1998, auge do filme Titanic. E o tal do garoto "lembrava" Leonardo Di Caprio, que protagonizava o oscarizado filme com o personagem Jack. Taí. O apelido do menino do ponto de ônibus, ou melhor, fim de linha, ficou sendo Jack. Pelo menos para mim e minha irmã, que comentávamos a respeito. Tempos depois, descobri o nome dele - porque a gente nunca se falou - mas não vou contar qual é, porque sabe-se lá quem aparece por aqui, não é mesmo? Pois bem, havia uma música que sempre me fazia lembrar dele. Não, não é aquela da Celine Dion, tema do filme, que de tanto escutar enjoei. Era esta daqui:



Não havia nenhum motivo especial para a música me fazer lembrar dele. Ela apenas estava no auge, na lista de minhas preferidas e acho que associei de forma inconsciente. A propósito, não vejo o tal rapaz há uns dois anos, e da última vez que o vi, ele estava muitíssimo diferente daquele que via na época.

Voltado para o presente, agora lembro de uma grande amiga minha. E irmã. Em Cristo e quase de sangue. Sabe, quando eu era pequena, sonhava em ter uma irmã gêmea. A diferença de idade entre eu e minha irmã é bem considerável, então eu queria uma irmã gêmea (coisa impossível biologicamente falando). Talvez porque eu gostava das peripécias das gêmeas Olsen nos filmes e quisesse algo parecido. No entanto, Deus é o Deus do impossível. Não há nada que Ele não possa fazer e, atendendo a esse desejo antigo e até esquecido do meu coração, Ele me agraciou com uma irmãzinha gêmea. Sim, gêmea, porque somos muito parecidas fisicamente. E psicologicamente também! Toda vez que ouço esta música que vou postar a seguir, lembro-me dela, porque é uma de suas músicas prediletas. Minha maninha gêmea, Paloma, Lominha:

Outras músicas me fazem lembrar de outras pessoas. Logo, essa conversa deve gerar um outro post. Até lá!

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Coisas que nunca deveriam voltar

Finalmente o post há tempos prometido! "Coisas que nunca deveriam voltar"... Mas que coisas são essas?

Revivals. Qaulquer pessoa, principalmente aquelas a partir dos 20 anos, curtem muito voltar ao passado, relembrar fatos, pessoas, coisas que marcaram suas vidas em uma determinada época.

Quando se fala de música, filmes e televisão, a nostalgia ganha proporções maiores. Afinal de contas, "como era bom no tempo em que eu brincava de carrinho de rolimã nas ruas" ou "quando lançavam filmes maravilhosos, clássicos que não se fazem igual" ou "quando chegava da escola e assistia quase toda a tarde aqueles desenhos e seriados inesquecíveis, ê tempo bom..."

Essa nostalgia até que é interessante, é bem-vinda, afinal de contas tem coisas que acontecem e são realmente inesquecíveis. Depois que a gente passa dos 20, algumas coisas tornam-se nostálgicas, especialmente aquelas de infância. As pessoas levam a sério esse sentimento e até promovem eventos, criam sites, blogs e fóruns na internet, lançam festas - como a tal da Festa Ploc, relembrando os famigerados, odiados e amados anos 80.

Refilmagem de filmes? Ah, claro! É sempre bom ver uma outra versão de Psicose (1960 e 1998) - nem gostei dessa nova versão diga-se de passagem-, Os meus, os seus e os nossos (1968 e 2005), A Fantástica Fábrica de Chocolate (1971 e 2005) - idem-, Romeu e Julieta (1968 e 1996)...

... No entanto, algumas outras poderiam ficar guardadas, bem guardadas, lá no fundo do baú. É o caso de Robocop. O quê? Isso mesmo: Ro-bo-cop. Não acredita? Pois veja aqui. Sim, sim, aquele filme mesmo dos anos 80-90, que um criam um policial - metade humano e metade máquina - para deter a criminalidade, blá blá, bla... Assisti aos três filmes (são três mesmo?) há um bom tempo atrás e cheguei até a achar a história interessante, mas francamente é algo que eu não queria que voltasse não...

Outra coisa são as franquias. Mas alto lá! Há franquias - continuações de filmes - que realmente fazem sentido e são importantes (exemplo: Senhor dos Anéis é uma trilogia, Stars Wars merece continuações - sendo que os três primeiros filmes são melhores do que os três últimos - dentre outros). Por outro lado, há coisas completamente inúteis ou então foram tão mal feitas que arranharam a idéia original.

MIB - Homens de Preto é para mim um dos filmes mais bacanas do fim da década de 90. A história é super bacana, os protagonistas são ótimos, a música tema é bem legal... Aí lá vou eu no cinema para ver o 2... que estrago! A história é fraquinha, meio sem graça, sem o brilho do primeiro filme... ¬¬'

Premonição é um filme de terror, gênero que já curti há algum tempo atrás, e até me deixou sobressaltada na época. Só que aí vieram continuações... 2, 3, 4... Era a mesma história, a diferença eram os personagens e como se davam as mortes. Sem graça e o que era digno de suspense se tornou comédia boba.

Todo mundo em pânico. O primeiro filme foi até engraçado, apesar de forçar a barra com piadas apelativas, mas aí vieram as continuações e inventei de ver o 2 a pedido de umas amigas... Dinheiro jogado fora. Nem me arrisquei a ver os outros, já deve estar no número 6, sei lá.

Sem contar as outras centenas de continuações inúteis que inventam por aí, querendo seguir o sucesso do primeiro filme, sem um roteiro decente. Isso sem falar na aparente (ou não!) falta de criatividade de Hollywood, trazendo à tona quase sempre as mesmas histórias. Ok, galera, chegou a hora de inovar e trazer algo interessante para o público...

quinta-feira, 16 de julho de 2009

"When it's over, it's really over..."*

Algumas coisas começam, mas um dia elas acabam. Tem coisas que a gente fica pedindo para acabar, como a espera em uma fila de banco, um semestre super puxado na faculdade, aquela música chata que toca no telefone enquanto você espera ser atendido. Essas são as coisas ruins. Mas há também as coisas boas, que a gente aproveita (ou não!) e que quando acabam a gente fica ou morrendo de raiva ou chorando rios (a depender do seu temperamento).


Enfim, pensando um pouco sobre isso, nesse vai-e-vem chamado vida, parei pra pensar em dois sites que simplesmente não deveriam ter acabado: A Arca - A arte de ser do contra e Séries etc. O primeiro era simplesmente um dos melhores locais para ficar por dentro do mundo pop de quadrinhos, filmes, séries e coisas do gênero. Parecido com o Omelete, mas com uma linguagem mais humorada, A Arca liderava a lista dos meus favoritos. Até que um determinado dia acabou! O segundo era o meu site preferido na Globo.com, com notícias quentíssimas sobre o mundo da séries, tirinhas bem bacanas, top lists bem boladas... mas também acabou! Pelo menos sobrou o Legendado, blog maneiro, mas que sem o Séries não é tão cool assim...

Por outro lado, outras coisas acabam, mas insistem em voltar (Um tema para um próximo post?). Coisas legais, outras bizarras...


* Música When It's Over, da banda Sugar Ray (a propósito, por onde andam??)

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Duas Joans e uma cabana

Você já parou a pensar como Deus é? Que aparência Ele tem? Alguns dizem que Ele é um senhor idoso, cabelo branco como a neve. Outros já imaginavam o Deus vivo como alguém que personifica outras pessoas, que pode ser desde um jovem simpático a uma senhora mais séria.

Estou lendo A cabana, um dos livros do momento, ou melhor, um dos hype do momento. Não estou lendo porque seja um best seller ou porque está na lista dos mais vendidos. Mas por simples curiosidade. Ouço tanto falar sobre ele que isso me incentivou a abrir a primeira página.
Antes mesmo de começar a leitura, já tinha lido algumas críticas - com leves spoilers - e então me deparei com algo interessante: Deus é representado por uma senhora negra e outras pessoas.

Isso te lembra alguma coisa? Talvez para você não, mas para mim lembra a série americana Joan of Acardia, exibida pelo canal Sony. Era história de uma adolescente, Joan, que num belo dia percebeu que Deus começou a falar com ela... literalmente... e Deus era um rapaz bonito no ônibus, uma menininha de óculos e tantos outros que surgissem. Ao mesmo tempo, Joan tentava sobreviver à escola e as pressões juvenis, além dos dramas familiares. Série legal.

A música da abertura, One of us, era cantada por outra Joan: Joan Osbourne. Segundo minhas pesquisas, Osbourne é/era católica; sua música tinha tudo a ver com a premissa da série:

What if God was one of us? - E se Deus fosse um de nós?
Just a slob like one of us - Apenas um desajeitado como nós
Just a stranger on the bus - Apenas um estranho no ônibus
Tryin' to make his way home? - Tentando voltar para casa?

Não, certamente Deus não é um desajeitado, Ele nem mesmo é como nós. Jesus, Deus Filho, é perfeito, sem mancha alguma, diferente de nós, pecadores, corrompidos, que precisamos dEle para nos salvar.

Quando penso em como Deus Pai poderia ser, não consigo imaginar nenhuma figura humana ou algo diferente. Sou limitada demais para saber ou até mesmo cogitar a aparência de Deus, porque acredito que é muito além do que possamos imaginar.


"O Deus, tu és tremendo desde os teus santuários;
o Deus de Israel é o que dá força e
poder ao seu povo. Bendito seja Deus!"
Salmos 68:35

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Da telinha para a telona

Duas séries de sucesso vão migrar das telinhas de Tv para as telonas do cinema.

A primeira notícia é a adaptação para os cinemas de Smallville. Mas peraê, Smallville já não é uma adaptação do cinema e dos quadrinhos? Pois bem, leia a notícia abaixo:

Rumor fala de longa-metragem de Smallville
Metropolis, um filme para a TV, se passaria sete meses depois da série
25/06/2009 Érico Borgo

O AICN publicou hoje um boato sobre um possível novo projeto da Warner Bros. envolvendo a série Smallville. Segundo um informante do site, a emissora estaria planejando uma apresentação especial envolvendo esse universo na Comic-Con 2009.
Metropolis seria um longa-metragem feito para a televisão - e o teaser que foi descrito inclui uma imagem do logo do Superman, indicando que Clark Kent finalmente pode fazer a transição das jaquetas vermelhas e camisas de flanela azuis para o colante icônico do super-herói dos quadrinhos.
Vale lembrar que a nona temporada de Smallville, que começa no final do ano e termina em maio de 2010, muito provavelmente será a última. Assim, faz sentido que a WB busque continuidade para a série em outros formatos. O filme começaria aproximadamente sete meses depois do fim do seriado.
Tudo isso, porém, não passa de boato ainda. O Omelete estará na Comic-Con (23 a 26 de julho) deste ano e informará direto da feira qualquer novidade. Aguarde!

Fonte: Omelete


A outra é transformar a série Baywatch - S.O.S Malibu para aqueles que curtiam pela tv aberta, como esta que vos fala - em um filme, coisa que já tinha sido cogitada antes. Confira:

Série "Baywatch" vai ser adaptada para os cinemas
da Folha Online

Uma das séries mais populares dos anos 90, "Baywatch" vai ganhar as telas de cinema pelas mãos do diretor Jeremy Garelick.
Em entrevista à revista "Variety", Garelick, responsável pelo roteiro final de "Se Beber Não Case", confirmou que os estúdios Paramount Pictures adaptarão o seriado que alçou a atriz Pamela Anderson à fama.
"Baywatch" foi uma das séries mais assistidas da história, com cerca de 1 bilhão de telespectadores por semana durante seu auge, no início da década de 90.
Garelick afirmou ainda que a versão cinematográfica de "Baywatch" ganhará tons de comédia, se distanciando dos roteiros originais que previam um filme de ação.
Ainda não há previsão para o início das filmagens, assim como nenhum ator foi cogitado para assumir os papéis da adaptação.

Fonte: Folha Online

Sobre Metrópolis: Como será que vai ser isso? Será que vão modificar mais uma vez a saga do Superman? Depois de alterarem a trama, com a entrada prematura de Lois (que foi até legal) e e de Jimmy Olsen (que fizeram morrer e depois colocaram como irmão do verdadeiro Jimmy), o que será que vão aprontar agora?

Sobre Baywatch: "Tons de comédia"? Será que vai ser uma daquelas pastelão ou aquelas paródias infames a la Todo mundo em pânico?

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Como uma pessoa qualquer

Infelizmente, nós, mulheres, temos que sofrer com a tal da "ditadura da beleza". Ok, os homens também sofrem com isso, mas para mulheres é algo ainda pior. As capas de revistas, a televisão, a internet mostram pessoas "bonitas" segundo o padrão culturalmente estabelecido. E as pessoas acabam tendo que se sujeitar a esse tipo de coisa para serem "aceitas"

Mas engana-se quem acha que essas "beldades" sempre aparecem com esse rostinho "bonito". Veja na foto abaixo como uma das estrelas da série americana "Desperate Housewives" é com e sem maquiagem:



Tá vendo? Ela é como uma mulher qualquer, não anda 24 horas por dia 7 dias por semana com maquiagem. Agora peraê... eu não quero dizer que nós mulheres não vamos nos arrumar, nos maquiar, ficar com um aspecto agradável ante aos olhos dos outros... Não estou promovendo aqui uma ditadura da anti-beleza não...

... O que eu quero dizer é que as pessoas não devem se preocupar tanto com o exterior dela e de outros e sim com o interior, que é aquilo que Deus observa em nós (Lucas 16:15 e Atos 1:24).



"Enganosa é a beleza e vã a formosura,

mas a mulher que teme ao SENHOR,

essa sim será louvada."

Ptovérbios 31:30



Veja mais fotos de "beldades" aqui.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Emoções que contagiam

Estava um dia desses assistindo a um episódio de Fringe, quando me deparei com algo peculiar: um homem que tem a capacidade de contagiar os outros com suas emoções. O problema é que essas emoções eram negativas, voltadas a homicídio e, principalmente, suicídio (!).

Fiquei a pensar se nós também, na vida real, longe das inventivas idéias do mundo ficcional, estaríamos também influenciando outras pessoas com nossas emoções. E cheguei à conclusão que sim, mas não com a mesma intensidade do personagem da série.

Ficamos comovidos com cenas dramáticas da ficcção - como as milhares de pessoas que choraram a ver o Titanic naufragar na telona ou telinha mesmo -, ou com acidentes trágicos, dramas pessoais e catástofres naturais como as enchentes que temos visto no nosso Nordeste, até mesmo pertinho de onde moro. Também ficamos tristes quando vemos amigos passando por situações complicadas.

Da mesma forma, nos alegramos com vitórias e bênçãos alcançadas por aqueles mais chegados (infelizmente tem pessoas que não são alegram com a alegria alheia, mas isso é uma outra história): ministério dando bons frutos, passar no vestibular, se formar, casar, ter filhos... Ou então o sentimento de indignação diante de uma injustiça ou até mesmo de raiva por ver pessoas - queridas ou desconhecidas mesmo - serem maltratadas.

Somos humanos, vivemos em sociedade, partilhamos muitas coisas um com o outro. Mas até que ponto eu realmente me importo com meu irmão? Ou com alguém que eu conheço? Às vezes somos tão egoístas, tão preocupados com o nosso eu, o nosso ego a falar mais alto...

Claro que a gente não vai fazer como no episódio, em que as pessoas absorviam toda a angústia e dor interior daquele personagem. Às vezes nos deixamos tanto levar pelo sofrimento dos outros, que acabamos por fazer daquilo a nossa dor. Não é bem assim. Nosso papel é ajudar, auxiliar e também exortar, admoestar, ensinar, aconselhar. É estar ao lado da pessoa e ser um ombro amigo e também, se for o caso, uma luz para que a pessoa enxergue suas falhas, não porque nós estamos apontando e sim porque ela mesmo descobre através dos bons conselhos.

Passei por alguns momentos bem complicados na vida, como uma jovem que busca ao Senhor e ao mesmo tempo se depara com desafios internos e externos a essa busca. Eu sei amigos mais chegados me abraçaram, outros puxaram minha orelha quando necessário.

"O caminho do insensato é reto aos seus próprios olhos, mas o que dá ouvidos ao conselho é sábio." Provérbios 12:15

"Quando não há conselhos os planos se dispersam, mas havendo muitos conselheiros eles se firmam." Provérbios 15:22

"Ouve o conselho, e recebe a correção, para que no fim sejas sábio." Provérbios 19:20

Pensando no outro lado da moeda, também há o fato de expressar, marcar ambiente e pessoas com nossas emoções. Outro perigo. É bom estar alegre, porque a alegria contagia e deixa o ambiente muito mais agradável. Mas é horrível estar em um lugar onde pessoas reclamam, murmuram de tudo, parece que nada lhes satisfaz, chega a ser incômodo viver com gente assim. Ou com aqueles que se lamuriam de tudo, acham que sempre o mundo está contra eles...xii... Também não é legal.

Ou ainda pessoas que não separam vida pessoal e profissional: de repente um mau atendimento tem como motivo alguma frustração de quem atende... mas quem é atendido, o que tem a ver com isso?

"Está alguém entre vós aflito? Ore. Está alguém contente? Cante louvores. Está alguém entre vós doente? Chame os presbíteros da igreja, e orem sobre ele, ungindo-o com azeite em nome do Senhor. E a oração da fé salvará o doente, e o Senhor o levantará; e, se houver cometido pecados, ser-lhe-ão perdoados. Confessai as vossas culpas uns aos outros, e orai uns pelos outros, para que sareis. A oração feita por um justo pode muito em seus efeitos." Tiago 5:13-16

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Mais sobre Fringe

Bem, a pedidos e também para falar um pouco sobre séries, temos mais um post sobre a série Fringe. Inclusive, ela já pode ser conferida na televisão brasileira - para quem tem TV a cabo - no canal Warner Channel (47, da Net). Na televisão aberta, não há previsão de estréia até onde eu sei... mas sempre aconselho assistir legendado, é sempre melhor!

Olha, retiro o que eu disse no outro post sobre a série. Fringe tem se tornado muito interessante! É legal ver o desenvolvimento dos personagens com o passar do tempo. Walter Bishop é simplesmente o cara mais louco que eu já vi... e ele ainda por cima é muito cômico. Os diálogos entre ele e Peter são muito legais, e é muito bonito ver como a cada dia eles se aproximam mais e mais, tentando ser uma família normal.

Astrid também não é mais mera figurante. Apesar de não falar muito, é o tipo de pessoa que dá as tiradas sérias. Fala apenas o necessário, sua função é mais ajudar Olívia e os Bishop a resolver os casos.

O próximo episódio que vou assistir é o 16 e confesso que já li spoilers sobre ele e o episódio 17 [normalmente não faço isso, mas a curiosidade falou mais alto]. Enfim, é uma série que estou curtindo muito. Não posso dizer que é a "melhor série que já vi" ou que é "espetacular", mas é uma boa pedida para ver no tempo livre. É isso.

terça-feira, 10 de março de 2009

Fringe

Até onde os avanços da ciência e da tecnologia podem nos trazer benefícios? Essa pergunta motiva a premissa de Fringe, a nova série que estou acompanhando. Produzida por J.J. Abrams [sim, o mesmo cara criou Lost], essa nova atração tem um quê de Arquivo X. Só que aqui não é uma dupla Mulder-Scully e sim um trio: Olivia Dunham, Peter [o fofo Joshua Jackson!] e Walter Bishop.

Apesar de trazer muito mistério, a série - digamos - não me surpreendeu muito. O primeiro episódio - 81 minutos! - foi muito bom, mas parece que os outros que eu vi [parei no 1x04] não alcançaram o mesmo efeito. A começar que tudo é culpa da Massive Atacks, mas sempre Nina Sharp acha um jeito de sair pela tangente. A começar por Astrid, uma ajudante do trio - figurante? praticamente, ela não faz nada! A começar que há mistérios, mas nenhum ainda muito intrigante, algo que realmente me deixe pensando "quando vou ver o próximo episódio? pPreciso ver agora!!

Enfim, não façam comparações com Lost - isso pode deixá-lo(a) bastante decepcionado(a). E nem tem como, porque as histórias são muito diferentes! Mas a trilha sonora nos momentos de suspense é a mesma... Vamos ver o que dá nos próximos capítulos!