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quinta-feira, 7 de julho de 2016

E o amor de muitos....

Olá, caro(a) leitor(a). Você ainda está aqui? Você ainda navega por esta página? Puxa, hoje, ao entrar neste blog, tive que remover algumas teias de aranha e espanar bastante poeira. Há quanto tempo que não digito e deixo as minhas impressões do mundo aqui. E fico a pensar sobre isso. Se é o tempo que dedico a outras atividades que me faz deixar de lado algo que gosto tanto como escrever. Ou se me bateu de repente o receio de encarar o blog não como um diário pessoal, mas como algo sério. Afinal de contas não tenho mais a idade que eu tinha quando o criei. Ano que vem vão fazer dez anos que postei a primeira mensagem. Por quantas coisas que passei e o quanto de mim deixei nesse espaço perdido na internet.

Mas agora penso em voltar. Sim, penso e não é de hoje. Sem deixar que o receio me impeça. Ou a falsa falta de tempo. Ou as distrações. Mas sim deixar que minha mente crie textos que possam colorir novamente esse blog. Falar um pouco de mim e da minha visão de mundo. Por isso tomei coragem e aqui estou.

Sem mais delongas, vou para o tema da vez. O título remete a uma passagem bíblica e a continuação dele é "se esfriará". Você já observou como andam as pessoas? Observe atentamente. Nunca se teve tanto acesso à informação e nunca estivemos tão conectados com pessoas do outro lado do mundo. Mas nunca estivemos tão distantes uns dos outros. Chega a ser estranho. Vou tentar te explicar no próximo parágrafo, tá?

Antigamente as pessoas se cumprimentavam mais. "Bom dia, boa tarde, boa noite". Por conta da violência urbana, dentre outros motivos, isso ficou bem mais difícil de acontecer. A gente sai meio desconfiado de qualquer um e, às vezes, de todo mundo. Ficamos sempre alertas, com medo de sermos surpreendidos por alguém que, além de tomar nossos pertences, pode tirar a nossa vida. Mas vindo para a realidade das pessoas próximas, observe como ficamos mais distantes também. Observe como a "falta de tempo" tem nos afastado dos amigos. Como o uso constante do celular nos deixa num perto-longe da nossa família. Como nossas conversas deixaram de ser em prol do interesse do outro e muitas vezes só servem para cumprir tabela.

Sabe o que estragou mais ainda as coisas? Um ponto para quem respondeu "redes sociais". Parece que a timeline do Facebook virou um mural para que pessoas joguem tomates podres e destilem seu ódio. Se você posta fotos felizes, especialmente em viagens, você está ostentando. Se você posta frases de efeito, sempre aparece alguém para criticar. Se você posta sua opinião, aparece um de lá para - ao invés de inteligentemente argumentar que não concorda, simplesmente procurar te desmoralizar com palavras torpes, sabe-se lá com que objetivo. Se você não posta nada, ficam com raiva também, acham que você é um stalker e blá blá. As pessoas nunca estão satisfeitas, então desista de tentar agradá-las.

Tudo isso me incomoda. Mas antes de sair por aí criticando os outros, faço uma autoavaliação. Como tenho tratado as outras pessoas? Será que tenho demonstrado o amor de Deus em minhas atitudes ou tenho sido egoísta? O nosso amor tem se esfriado porque não temos nos alimentado da Palavra Daquele que é definição do amor. Será que esse blog está me chamado para compartilhar sobre o amor? Mais do que isso: que eu demonstre amor por meio das minhas palavras e ações, até mesmo com aqueles que "me perseguem". 

Engraçado que quando eu era mais nova eu tinha um mito de que eu não deveria ter inimigos ou, explicando melhor, todo mundo deveria gostar de mim. Oh.... depois de N decepções que surgem até hoje, descobri que isso é bobagem. A gente sempre tá se preocupando com o que os outros pensam e tal. Mas a verdade é que, diante de Deus, somos todos criaturas perdidas, umas já encontradas pelo Senhor, outras ainda não, mas cheias de defeitos, de traumas, de dores, de lutas. Viver é um desafio. Mas viver sem amor de nada vale. Eu aprendi que você não precisa ter afinidade nem conviver o tempo todo para amar. Significa que você vai querer o bem do outro e promover o bem que estiver ao seu alcance quando necessário. Seria muito mais fácil se fosse assim, né?

Só espero que a próxima postagem não seja em dezembro.



quinta-feira, 23 de julho de 2015

Fígado Acebolado



Hoje eu fui almoçar no restaurante no qual sempre almoço quando estou trabalhando. Aí, dentre as outras opções do menu, me deparei com o fígado acebolado, comida que não curtia muito quando era criança, mas hoje em dia gosto. Gosto tanto que coloquei no prato. Mas aí lembrei de uma coisinha...

Meus contemporâneos devem lembrar do desenho animado Doug, que passou na TV Cultura e no SBT pelos idos dos anos 1990-2000. Pois bem. Tem um episódio em que Doug é convidado para almoçar (ou jantar? não lembro bem) na casa de Patty Maionese (sua colega de escola e grande paixão platônica). Mas não me lembro bem, ele fica com a ideia de que no almoço/jantar vai rolar fígado acebolado. E tem um problema bem grande: ELE ODEIA FÍGADO ACEBOLADO!

O episódio centra-se na tentativa de Doug em achar uma alternativa para isso: como ir ao almoço sem rejeitar o suposto prato principal que ele detesta. E ele chega ao ponto de experimentar o prato e gosta. Mas, no fim das contas, não rolou nenhum fígado, muito menos com cebola.

O grande lance da história foi o fato de Doug ter feito de tudo para mostrar à sua paixão algo que não era verdade, só para impressioná-la e conquistá-la. Da mesma maneira, na vida real, a gente faz tanta coisa para agradar os outros - desde aquele cara que você está super afim e acha o máximo até aquela turma aparentemente bacana da qual você quer fazer parte - você inventa mil coisas mirabolantes para mostrar aos outros algo que definitivamente você NÃO É.

Isso é muito claro na adolescência, quando a gente ainda está formando a nossa identidade e tem medo de ficar isolado no mundo - pelo menos a maioria das pessoas tem esse medo. Só que nesse processo, você passa a fazer coisas que não são de sua personalidade, acaba colocando uma espécie de máscara.

Não vou mentir: eu fiz muito isso quando era mais nova. A minha necessidade de pertencimento era muito grande e valia quase tudo para fazer parte da turma. Hoje, vejo que nada disso era necessário e que eu deveria ter me poupado mais. Mas, enfim, agora é tarde. Se eu pudesse voltava no tempo e daria umas dicas à minha versão mais nova. Certamente poderia funcionar. Ou não.

Enfim, o lance é que, quando se trata de conquistar alguém, o importante é ser você mesmo, naquilo de melhor que há em você, claro. Você não precisa tentar ser quem você não é. O cara certo cara que vai lutar para dar certo vai gostar de você exatamente do seu jeito. Quem não gosta é porque não é para estar com você. Acredite: paixões platônicas só servem para fazer a pessoa se diminuir e para colocar o outro num pedestal no qual muitas vezes não merece. Mas aí é outra história...

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Mergulhando em um relacionamento 2

Eu queria até ter escrito a continuação um dia após publicar o primeiro texto, mas não foi possível. Gostaria que você lesse o post anterior antes de partir para este daqui. 

Como eu disse anteriormente, tenho buscado cada vez mais a Deus. E isso não partiu de mim mesma e sim dEle. Ele é quem sempre esteve me chamando durante tantos anos para viver algo mais profundo, mas o meu receio de perder coisas nesse processo era tão grande que eu não embarcava nesse mergulho. Aí, eu percebi que essas coisas estavam ocupando o lugar de Deus na minha vida, como verdadeiros ídolos. 

Bem, consegui concluir a leitura do livro de C. S. Lewis, Cristianismo Puro e Simples. Posso afirmar plenamente que foi um dos melhores livros que já li na minha vida e que é um excelente texto sobre apologética cristã - inclusive, foi utilizado como base para os estudos da EBD da minha igreja no ano passado. 

O que eu achei mais lindo foi ver nos últimos capítulos uma confirmação do que eu pensava e até um pouco do que eu escrevi na parte um:

"O Filho de Deus se fez homem para que os homens pudessem tornar-se filhos de Deus." - é o próprio Senhor que toma a iniciativa para que nos aproximemos dEle! 

Certamente, se fosse para eu escolher a Deus, eu não escolheria. Ele quem me escolheu e sou imensamente grata por isso! - Por favor, não quero entrar no mérito Calvinismo x Arminianismo. Nunca gostei muito dessa discussão, acho pouco edificante. 

"A vida natural de cada um de nós é uma coisa egocêntrica, que quer ser paparicada e admirada, quer tirar vantagem das outras vidas e usar para seu proveito o universo inteiro. Acima de tudo, ela quer ser deixada em paz: quer distância de tudo que possa ser melhor, mais forte ou mais elevado que ela, tudo que possa revelar a sua pequenez. Tem medo da luz e do ar fresco do mundo espiritual, da mesma forma que as pessoas que foram criadas sem higiene não gostam de tomar banho. Num sentido, ela tem toda a razão, pois sabe que, se cair nas garras da vida espiritual, seu egocentrismo e sua vontade própria serão exterminados. Assim, luta com unhas e dentes para que isso não aconteça."

Esse trecho acima é um tapa na minha cara. Sério! Agora entendo o porquê de eu tanto me esquivar: além do medo de perder coisas (até sinto vergonha de confessar isso), também tinha o medo de ser transformada! Sim, porque os encontros com Cristo sempre são transformadores. E o caminhar com Ele então, nem se fala! Ser transformado dói, dá trabalho, é difícil, complicado... e quando você coloca empecilhos para o agir de Deus, é muito pior. Muito pior mesmo.

O verdadeiro Filho de Deus está ao seu lado. Ele está começando a transformar você em algo semelhante a ele. Está começando, por assim dizer, a "injetar" seu tipo de vida e pensamento, sua zoé [vida espiritual], em você; está começando a transformar o soldadinho de chumbo num homem vivo. A parte de você que não gosta disso é a parte que ainda é feita de chumbo.

Me consola saber que Cristo está ao meu lado, quer caminhar comigo, quer me transformar dia a dia para que eu seja mais parecida com Ele, pois é através dessa transformação que vou experimentar plenamente a eternidade. Sim, porque a vida agora é apenas um ensaio para a vida eterna.

Bem, estou seguindo na minha caminhada. É bem possível  que eu escreva outro texto aqui (que tal uma parte três? rs). Enquanto isso, estou lendo um ótimo livro sobre disciplinas espirituais (oração, jejum, solitude, celebração, adoração e outros): Celebração da Disciplina, de Richard Foster. E vou seguindo, mergulhando mais fundo. Quando me dá medo de me afogar, falo com Ele. Não quero mais ir à tona. 

sábado, 7 de setembro de 2013

Mergulhando em um relacionamento

Eu não gosto desses longos hiatos no meu blog. Se eu pudesse, escreveria nele todos os dias ou, pelo menos, uma vez por semana. Mas a minha rotina diária muitas vezes me impede de escrever algo legal. Eu poderia escrever muitas coisas, mas quero escrever algo realmente muito bom, pois creio que os leitores do meu blog irão gostar. E é melhor ainda quando reflito nos últimos acontecimentos da minha vida e coloco tudo no papel, ou melhor, na tela.

Bem, há um tempo atrás que Ele vem me falando sobre o nosso relacionamento. Sim, esse "Ele" que coloquei é Deus mesmo. Bem, Ele tem me falado há muito sobre aprofundarmos o nosso relacionamento. O problema é que, de uma certa forma, fugi um pouco disso ou não dei a devida importância. 

Calma! Não fique tão assustado! Eu não me desviei da fé (graças a Deus!!). A questão é que não me aprofundei nesse relacionamento por medo. Talvez um medo bobo de me perder de mim mesma ou de perder algumas coisas e pessoas. 

"Quem achar a sua vida perdê-la-á; e quem perder a sua vida, por amor de mim, achá-la-á." Mateus 10:39

Pois é. Eu - de maneira boba, infantil e imatura - achei que só haveriam perdas se eu mergulhasse nesse relacionamento. Mas, na verdade, é justamente o contrário. A gente ganha, ganha, ganha, ganha infinitamente mais!

"Porque vale mais um dia nos teus átrios do que mil..." Salmos 84:10

Para me ajudar nesse processo, Deus permitiu que eu tivesse acesso a dois livros que há uns anos eu queria ler:

- Cristianismo Puro e Simples, de C. S. Lewis

- Plena Satisfação em Deus, de John Piper

Bem, se eu fosse falar sobre essas duas excelentes obras - lembrando que o primeiro livro citado ainda está sendo lido enquanto escrevo este post - precisaria de dois ou mais novos posts. Eu poderia discorrer sobre eles por vários dias, abordando várias nuances e relacionando com textos bíblicos. 

Mas, como eu gostaria de falar apenas no que eles representam pra mim em termos de desenvolver um relacionamento profundo com Deus, vou colocar um trecho de Piper que me faz pensar:

"Deus é mais glorificado em nós quando estamos mais satisfeitos nEle." 

John Piper fala sobre o prazer em Deus, aspecto que é negligenciado ou até mesmo descartado por muitos cristãos que não entendem o seguinte: o Senhor quer é um relacionamento profundo e sincero da criatura com o Seu Criador. Ele até cita um versículo: 

"Far-me-ás ver a vereda da vida; na tua presença há fartura de alegrias; à tua mão direita há delícias perpetuamente." Salmos 16:11

O âmago desse post é o seguinte: preciso, a cada dia, conhecer mais a Deus e aumentar a intimidade no relacionamento com Ele. Preciso descobrir mais sobre quem é esse Deus e me deleitar nEle. Mas o deleitar é puramente por amor a Deus e não simplesmente como um meio para conseguir algo dEle. 

Olho pra mim mesma e vejo que ainda tenho que caminhar muito nesse sentido. O melhor de tudo é saber que o Senhor está muito mais interessado nisso do que eu e que Ele me dará os meios de chegar. Ou melhor, o único meio, caminho, verdade e vida já veio: Jesus Cristo. 

“Quando se trata de conhecer a Deus, toda a iniciativa depende dEle. Se Ele não se quiser revelar, nada do que façamos nos permitirá encontrá-lo.” (C. S. Lewis)

Se você achou que eu falei muito superficialmente sobre o assunto, não se preocupe: tenho a levo impressão de que ainda vou retomá-lo em outros posts. 

domingo, 21 de julho de 2013

O não dito

"Tem coisas que não dizemos que se vão acumulando em um porão, e quando ele está cheio, é hora de esvaziar, dizendo o que sente."

A frase acima é de um filme que vi recentemente, chamado ABC do Amor (em inglês, Little Manhattan, mas a tradução não tem nada a ver com o nome do filme, vai entender...). Enfim, eu fiquei pensando muito nessa frase quando o pai do protagonista disse a ele. Fiquei pensando porque, de fato, é uma realidade.

Quantas vezes a gente já estragou relacionamentos por conta do "não dito". Tantas coisas que a gente poderia dizer, confessar ao outro, mas por um motivo a gente deixa de falar. Talvez por orgulho, talvez por medo do que o outro vá pensar, talvez por medo de perder aquilo que se tem quando as coisas não são ditas.

Relacionamento requer algumas coisas, mas acredito que uma das mais importantes é confiança. E confiança não é algo que se adquire tão facilmente. Ainda mais hoje em dia, quando as pessoas parecem nascer com um "desconfiômetro". A gente suspeita um dos outros com tanta facilidade! Tá mais fácil pensar mal do que pensar bem de alguém. 

Por isso, prezo a sinceridade. Ela é uma boa base para a confiança. Posso ter errado muitas vezes nos meus relacionamentos, mas uma coisa que tenho aprendido é ser sincera. É parar, sentar, conversar com a pessoa olho no olho - porque esse negócio de mandar e-mail ou mensagem não dá certo,  pois a letra é fria - e dizer aquilo que eu penso.

Mas tem um detalhe aí! Esse lance de sinceridade, de dizer o que se pensa, deve ser feito com amor. A gente exorta alguém em amor. A gente fala de uma forma que não vai prejudicar o outro. O objetivo da conversa não é eu mostrar que sou melhor do que o outro, que sou mais inteligente ou depreciar o outro pra que eu sinta melhor. O objetivo é "colocar o jogo na mesa", para que a confiança e relacionamento possam crescer.

Eu não quero ficar no não dito. Eu quero caminhar e conhecer. Quero relacionamentos saudáveis, não porque são perfeitos, mas porque todos os lados buscam o melhor para todos. Quero um abraço sincero, me olhar nos olhos e me dizer a verdade, ainda que essa verdade incomode, mas que seja um relacionamento de verdade. 

sábado, 2 de março de 2013

Anne, Bento e a nossa falta de opinião própria

Anne Elliot

Estou fazendo uma monografia que trata de Dom Casmurro em uma adaptação para a TV. O interessante é que, no meio do texto, o qual li com bastante afinco para fazer as devidas correções, deparei-me com uma comparação intrigante que fiz: há semelhança entre Anne Eliot e Bento Santigo.

Bento Santiago

Bentinho é influenciado por José Dias, assim como Anne Elliot tem interferência de Lady Russel. Ao contrário da heroína de Persuasão, obra de Jane Austen, Dom Casmurro não volta atrás e, diante da sua solidão, fruto de suas corrosivas suspeitas, torna-se um “homem calado e metido consigo” (ASSIS, 1994, p. 1).

Anne Elliot é uma jovem da qual já falei em outro post. Já Bento Santiago - ou Bentinho ou Dom Casmurro - é narrador-personagem de uma das obras mais lidas e apreciadas da Literatura Brasileira. Ambos são persuadidos por pessoas mais velhas, colocados como conselheiros, para repudiar as pessoas quem amam, respectivamente, Frederick Wenthwort e Capitu. 

Lady Russel é a mulher que insiste que Frederick Wenthwort não é o homem ideal para Anne Elliot. José Dias adjetiva Capitu de olhos de cigana oblíqua e dissimulada, na tentativa de influenciar Bentinho. Oito anos e meio se passam e Anne reencontra seu amado e tem a oportunidade de reatar com ele e casar. Após o casamento e o filho, Bento começa a se inflamar de ciúmes, acreditando que sua esposa havia o traído com seu melhor amigo, Escobar.

Anne e Frederick reatam e têm um final feliz. Bento transforma-se em Dom Casmurro e é sufocado pelas suas suspeitas, tão trágico como a história de Otelo, Desdêmona e Iago - este último o conselheiro cruel. Mas eu falei sobre Anne, sobre Bento... aí você me pergunta: e sobre a nossa falta de opinião própria? Agora eu cheguei lá.

Vamos combinar: muita coisa que a gente fala e faz é para agradar os outros. Parece que somos atores e sempre queremos receber aplausos no final. Mas será que tem que ser assim mesmo? Será que nossa meta é essa? Acredito que não.

Não estou querendo dizer com isso que não devemos acatar conselhos. Existem excelentes conselheiros para a nossa vida, claro! E a gente deve ouvir e, em muitos casos, aceitar e agir conforme foi aconselhado. O problema é que temos também falsos conselheiros, aquelas pessoas que fingem ser nossos amigos, mas só querem nos manipular. 

O que a gente precisa fazer é usar a cabeça sempre! Ouvir tudo, mas avaliar e reter o que é bom. É bom ter uma pessoa mais velha para nos direcionar, mas até que ponto essa pessoa tem conhecimento e maturidade suficiente para nos orientar? Sem contar que existem decisões que devemos tomar sem ajuda das pessoas ao nosso redor, são coisas super pessoais. 

Eu tenho Deus no meu coração e Ele me ajuda a tomar todas as decisões que eu preciso tomar. Para algumas, ele usa pessoas para me orientar. Para outros, Ele mesmo quer falar ao meu coração e aí não preciso ouvir ninguém. Isso me dá uma paz, por saber que alguém que criou tudo, me criou, conhece presente, passado e futuro tem super vontade de me guiar e me orientar. Como não amar esse Deus, não é?

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Persuasão

Há um tempo atrás, conheci mais uma personagem de Jane Austen. Seu nome é Anne Elliot e seu grande defeito é se deixar levar demais pelos conselhos dos outros (leia-se Lady Russell). O nome do livro - mas até então eu apenas assisti o filme - é Persuasão e o tempo decorrido entre seu grande sonho e a remota possibilidade de um final feliz é oito anos e meio. 

Oito anos e meio... quase uma década! Dizem que a gente nunca esquece um grande amor e, de fato, Anne continuou a nutrir seu sentimento por Frederick Wenthwort. Mas será que ele ainda sentia o mesmo? E aí a mente dela é invadida por uma enxurrada de especulações. Os fatos vão acontecendo pouco a pouco e mais especulações. Ficar cogitando coisas sem fatos concretos é mais comum do que se imagina, mas é tão perigoso! O erro que ela cometeu no passado a fez se arrepender, mesmo oito anos e meio depois. Será que repetiria? Uma carta mudou tudo! 

"You Pierce My Soul" 

Não posso mais ouvir em silêncio. Preciso falar com você pelos meios de que disponho neste momento. Você partiu minha alma. Sou metade agonia, metade esperança. Não me diga que é tarde demais, que sentimentos tão preciosos foram-se para sempre. Ofereço-me para você de novo com um coração muito mais seu do que quando você quase o despedaçou há oito anos e meio atrás. Não se atreva a dizer que o homem esquece mais rápido do que a mulher, que seu amor morre mais cedo. Eu tenho amado somente você, mais ninguém. Injusto posso ter sido, fraco e ressentido também, mas nunca inconstante. Você, apenas você trouxe-me para Bath. Faço planos pensando somente em você. Você não ainda percebeu? Terá você falhado em entender meus desejos? Eu não teria esperado nem estes dez dias se tivesse podido ler seus sentimentos como eu penso que você penetrou nos meus. Quase não posso escrever. A todo instante ouço alguma coisa que me atordoa. Você abaixa sua voz, mas eu posso distinguir seus tons mesmo quando perdidos em meio aos outros. Boníssima e excelente criatura! Você nos faz justiça, deveras. Você crê que há afeto verdadeiro e constância entre os homens. Creia “nisto” mais fervoroso e constante em

F. W. 

Devo partir – incerto de minha sorte –, mas voltarei aqui ou irei para sua festa, assim que possível. Uma palavra, um olhar, será o suficiente para que eu decida entrar na casa de seu pai esta noite, ou nunca.

Para quem gosta de spoilers ou ficou muito curioso para ver a reação dela... 



 Ok, quero muito ler esse livro!

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Doses de Shakespeare para embalar os jovens corações

Pode reparar: muitos dos filmes americanos com histórias de adolescentes são baseados em obras do genial William Shakespeare.



* 10 coisas que eu odeio em você
Katherine, Bianca, Patrick, Cameron.. preciso dizer algo mais? A megera domada, aquela história das irmãs na qual a mais nova quer casar, mas o pai só deixa se a mais velha casar primeiro - e a primogênita não quer casar com ninguém! Aí você vai lembrar da novela global O Cravo e a Rosa e eu vou dizer que o folhetim brasileiro é inspirado na peça shakesperiana.



*Nunca fui beijada
O filme fala sobre disfarce... uma jornalista que se disfarça de estudante para conseguir escrever uma grande reportagem. Na escola, a personagem cita Rosalinda, de Como queiras e fala também sobre a questão do disfarce - Rosalinda veste-se de homem -, de certa forma remetendo-se à sua situação.
 

*Ela é o cara
Outra personagem feminina que veste-se de homem é Viola, de Noite de Reis. Ela finge ser o próprio irmão, assim como a adolescente do filme citado. Se no filme retratado nos nossos dias já é complicado fingir ser um garoto, imagine para aquele lady de séculos atrás...



*Volta por cima
O filme gira em torno da peça teatral Sonho de uma noite de verão, a ser apresentada por adolescentes de um colégio, enquanto eles vivenciam conflitos amorosos. A história de Shakespeare lembra de certa forma - ou seria o contrário? - o poema Quadrilha, de Carlos Drummond de Andrade: Helena é apaixonada por Demétrio, que é apaixonado por Hérmia, que é apaixonada por Lisandro, que é apaixonado por Hérmia.

Poderia falar sobre Romeu e Julieta, mas a mais famosa história de amor já ganhou tantas versões que nem dá pra citar aqui! E será que há outros livros também?

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Perdão e experiência

O Ministério da Saúde adverte: falta de perdão faz mal à saúde física, emocional e espiritual.

A frase acima, que poderia ser uma simples brincadeira, remete a algo muito sério: perdão. O fato é que, na teoria, tudo se torna mais fácil. Mas quando acontece com você, quando você é magoado por alguém, fica difícil dizer as palavras "eu te perdoo", tirar todo aquele peso e mágoa do coração e seguir em frente. Por quê? Porque queremos ver o outro se sentir tão mal como nos sentimos quando sofremos com o erro dele.

Enquanto vou pensando sobre esse tema e, a cada dia, aprendendo mais com Deus a tornar isso uma verdade em minha vida, vejo uma frase no Twitter de Thiago Grulha dizendo assim: "É muito mais fácil transformar um amor desprezado em indiferença do que em perdão. O coração dói e exige distância. Só Deus para nos curar.". Eu quase caí da cadeira - literalmente e não literalmente. A frase captou exatamente uma situação pela qual passei há um bom tempo, mas que tinha deixado profundas marcas na minha vida. Ou melhor, deixa.

Eu tinha duas escolhas a fazer: perdoar e não perdoar. Escolhi perdoar logo de início, mas fiz da forma errada, confiando na minha própria força e no meu próprio jeito. Resultado: além de não ter obtido êxito, causei bastante problemas à minha vida espiritual, emocional e até física!

Resolvi deixar nas mãos de Deus. Aliás, não só isso, mas cada pequena ou grande coisa, tenho aprendido a deixar nas mãos dEle. Escrevi ontem no Twitter: "Como não confiar em Deus que é onisciente, onipresente e onipotente? É incoerente não confiar em alguém assim!". Essa não é uma frase de "efeito" como tenho lido algumas por aí, mas resultado de uma experiência pessoal e intensa com Deus. De fato, percebi que é incoerente não confiar em Deus. E Ele tem trabalhado perdão e tantas coisas em minha vida que nem imaginava que fossem ruins.

Sobre essa experiência de realmente confiar em Deus, tenho feito outras descobertas diariamente e posso dizer: tem sido incrível! Quando nosso coração humilha-se diante da presença de Deus e deseja ardentemente que seja trabalhado por Ele, o Senhor opera. Ainda há muito a ser feito, mas já dei um passo importante e creio que Ele agirá muito além do que eu espero. E espero nEle.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Memories

Lili e eu no Reveillon de 199... (acho que eu tinha uns 4 anos e ela uns 8)

Quem vê assim, pensa que a gente era bem unida... que... rsrs Mas o tempo foi passando, fomos crescendo, amadurecendo e, sim, somos amigas mesmo diante das diferenças. Eu a amo e ela me ama também (meigo). Agora, ela tá bem distante, fazendo Seminário no interior de São Paulo. Se sinto saudades? Só um pouco, pois sei que ela foi para cumprir o chamado do Senhor e isso traz uma paz muito grande para mim. Deus a abençoe!

P.S.: No canto esquerdo, você pode ver uma televisão bem antiga, daquelas que não tinham controle remoto e que a gente tinha que girar o botão pra mudar de canal. Eu gostava bastante dela! Pena que eu não tinha muito jeito pra mudar de canal...

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Crônica de uma ilusão anunciada

Há 2 tipos de pessoas iludidas: (1) Pessoas que são iludidas por promessas de outras pessoas (2) As que se iludem em seus próprios devaneios. Normalmente, as do item (2) acreditam que pertencem ao grupo do item (1).

[A seguir, alguns spoilers do filme 500 dias com ela]




Foi isso o que aconteceu com Tom, protagonista do filme 500 dias com ela (500 days of summer, 2009). Durante um bom tempo, ele acreditou que Summer, a mulher pela qual ele era apaixonado, havia iludido-o. No entanto, uma garota de mais ou menos doze anos (!!) tem a ideia mais genial entre os personagens do filme: desde o início, Summer disse a Tom que não queria nada sério.

Sim, isso mesmo. Desde o início, Summer falou que ela e Tom poderiam ser apenas amigos e que não haveria nada sério. Só que o envolvimento dos dois mexeu tanto com ele que, na hora que levou um "fora", ele simplesmente não superou tão facilmente.

Tom faz parte das pessoas listadas no item (2). Elas querem viver uma fantasia, querem se iludir. Sim, digo com toda a firmeza que elas querem. No caso do protagonista do filme, creio que os momentos que passou ao lado da moça foram tão especiais que ele simplesmente não se deu conta de que aquilo já tinha um fim anunicado. E teve mesmo.

Talvez Tom tenha se perguntado várias vezes: "Onde foi que eu errei?" Talvez a maioria das pessoas iludidas perguntem-se também o que fizeram de errado para que, simplesmente, o relacionamento tenha acabado. Mas a verdade é que não era pra ter existido relacionamento. Ou não ficou claro para as duas partes qual era o tipo de relacionamento.

Não sou a favor do que Summer fez... gosto de coisas sérias, ainda mais quando se fala em coisas do coração. Mas não consigo culpá-la. Afinal de contas, ela deixou claro desde o início. Logo, Tom está no grupo de pessoas do item (2)!

Mas vamos mudar um pouco de assunto... Vamos falar sobre o filme! Sim, esse filme é simplesmente muito bom! A montagem dele e a excelente trilha sonora... Assistam.

domingo, 14 de novembro de 2010

Ele não está afim de você

Engraçado eu escrever sobre isso. Confesso que demorei muito tempo pensando sobre como escreveria este post. Confesso também que cheguei a começar a escrevê-lo duas vezes e apaguei os rascunhos, pois achei que não tinham ficado bons.

A ideia de falar sobre esse assunto surgiu depois que vi o filme Ele não está tão afim de você. Isso foi no mês passado. Descobri que já havia um livro publicado com o mesmo nome. E o filme é muito, muito bom, não apenas por ter no elenco estrelas com Jennifer Aniston, Drew Barrymore, Ben Afleck e Scarlett Johansson. Mas porque a história em si gera algumas reflexões. Leia um pouco sobe o filme aqui.


Dizem que mulheres são difíceis de entender. Concordo. Afinal de contas, quem diz isso são os homens. Eles têm dificuldade de nos entender porque homens e mulheres pensam de formas diferentes. No entanto, há algum tempo, descobri uma "classe" de homens que são bem complicados. E bota complicados nisso!


No filme, me identifiquei um pouco com Gigi. Ela tem muitas dúvidas sobre como os caras demonstram quem estão afim. Ok que muitas vezes ela fantasia demais - se você viu o filme, deve ter percebido. Se não, assista! -, mas em alguns casos a gente se engana. O rapaz dá "n" sinais de algo, mas no fim das contas não era nada daquilo! Vai entender?!


Acho engraçado toda vez que Alex dá explicações para Gigi de como os homens pensam e agem. É muito legal! Aos poucos, ela vai compreendendo mais o universo masculino. Assim como eu, Gigi é muito sonhadora e sempre corre muitos riscos de se iludir demasiado. A emoção falando mais alto do que a razão, muito mais alto mesmo.

A gente se engana muito facilmente! Costumamos colocar o carro na frente dos bois. Pensamos em casamento quando apenas estamos sendo paqueradas (ou imaginamos que estamos). E nos decepcionamos tanto... muitas vezes porque colocamos muitas expectativas!

Uma coisa que aprendi, em relação ao homens é: quando eles querem, vão atrás. Alex, o "conselheiro" de Gigi, falou sobre os homens "fazerem acontecer". Quando eles querem, eles ligam. Quando eles querem, eles te procuram. Se ele não ligar, não te procurar, ele não tá afim. É simples!

Cuidado com conversas via msn ou rede sociais. A melhor forma de saber se um cara tá afim ou não é pessoalmente. Você pode descobrir pelo jeito como ele te cumprimenta, te olha ou conversa com você, se ele está realmente interessado ou não. A letra escrita é "fria" ( e é uma fria você interpretar errado algo escrito por alguém). Por isso, em uma conversa de msn, por exemplo, você pode se enganar: achar que o cara tá caidinho por você quando, na verdade, ele só te acha legal e uma boa amiga. E só.

O que fazer então? Esperar ser a exceção e não a regra, como foi falado no filme. Por falar nisso, lembrei-me de uma música bem legal da banda Fruto Sagrado, cujo nome é Exceção à regra.



É ser aquela a qual o rapaz quase não para de pensar. Aquela que o faz sorrir. Aquela para quem ele liga para ter o prazer de ouvir a voz e conversar. Aquela que é especial, é única, é simplesmente a mulher da vida dele! Vale a pena esperar o melhor! E se você realmente crê em Deus, então crê que Ele tem o melhor para sua vida, inclusive na área afetiva.




É não se deixar enganar com qualquer "papinho 171" de um cara aparentemente interessante, mas que só vai te magoar - confira o texto Por que as mulheres amam os cafajestes? É desejar ter momentos especiais e que fluam naturalmente - amigos cupidos às vezes só atrapalham - leia o Quarta-feira verde do Extra.

É simplesmente esperar pelo melhor, não se precipitar, não criar zilhões de ilusões. E também estar aberta a possibilidades novas. Afinal de contas, fica difícil julgar um livro pela capa, né? É difícil ter já um conceito correto de uma pessoa só pela primeira impressão. A gente pode se surpreender...

segunda-feira, 29 de março de 2010

Como dizer que te amo?

Bem, vou começar o post dizendo desde já que não estou fazendo nenhuma declaração de amor a nenhum rapaz (risos). O tema aqui é relacionamentos e não necessariamente o amoroso, mas quero colocar como foco a amizade.

Eu tenho sido muito cobrada! E também cobrei muito nessas últimas duas semanas. Tudo porque "eu não tinha tempo para os outros", assim como "os outros também não tinham tempo para mim". Complicado, né?
A questão é que vejo que muitas pessoas, assim como eu, tem como uma das principais linguagens de amor o tempo de qualidade (confira o livro As cinco linguagens do amor para solteiros, de Gary Chapman.). São amigos/colegas da faculdade que anseiam com um reencontro, são amigos/irmãos que há tempos não tenho contato, são amigos/irmãos cujo contato é resumido ao domingo na igreja.
Mas o dia tem só 24 horas! E a gente tem tanta coisa pra fazer: trabalho, faculdade (não é mais minha realidade), cursos a fio e uma série de outros trabalhinhos extras que nos deixam com fama de workaholic (viciado em trabalho), quando na verdade é tudo voluntário e mostra desejo de ajudar os outros (pelo menos no meu caso).

Aí chega o fim de semana e há uma série de eventos - tanto de trabalho como diversão - e você fica sem saber pra onde ir, porque todo mundo marca tudo para o mesmo dia. Alguns sábados são lotados de atividade e quase é preciso fazer uni duni tê. Outros são tão vazios que a gente quase chora só pra alguém ligar pra chamar pra sair ou então desliga o celular porque quer dormir mais e assistir séries americanas pelo computador. Ufa!

Alguns dizem por aí que "tudo o que é demais, sobra". Eu já digo melhor: "nem tanto, nem tão pouco. Equilíbrio". Acho que, às vezes, nos falta maturidade para entender o outro, sabe? Às vezes a pessoa não liga porque está tão ocupada (involuntariamente) que nem consegue respirar. Pode até estar doente, internada no hospital, enquanto a gente fica irritado porque ela não mandou notícias.
Esse fim de semana, conversei algumas pessoas acerca disso e cheguei à conclusão do equilíbrio. Mandar notícias de vez em quando faz bem. Melhor ainda é reencontrar uma pessoa depois de tanto tempo e tratá-la como se visse todo dia (isso não tem preço!). Tive essa experiência duas vezes nesse último fim de semana.

Que meus amigos me perdoem se não estou muito presente, mas isso não muda em nada o sentimento que alimento por eles. Isso é o que importa!

segunda-feira, 15 de março de 2010

Lado a lado

Ah, o amor, essa coisa linda e ao mesmo tempo tão estranha (risos). Baseado em experiências próprias e, principalmente nas dos outras - confesso que sou muito observadora #prontofalei - percebo o quanto há tanta fantasia por trás disso.

Explico melhor: vejo muitos rapazes e moças que fantasiam, idealizam a pessoa amada. Ok, é permitido sonhar e eu estaria sendo hipócrita e rude se dissesse que tá errado imaginar a pessoa com a qual se pretende casar.

Mas a grande questão é que a fantasia extrapola, vai muito além. Vejo gente firmada em um padrão específico. E esse padrão é, na maioria das vezes, um padrão estético, com base na aparência da pessoa. Quanta falta de imaginação... como se a gente pudesse julgar um livro pela capa, quem dirá gente, que é um ser tão complexo. E deixam de conhecer outras pessoas interessantes, porque estão concentrados em encontrar a "pessoa dos sonhos". Bah! Quanta bobagem! Ninguém é perfeito e o bom mesmo é se surpreender...

Tem um filme que eu gosto muito, muito mesmo é Lado a lado com o amor, com Sarah Jessica Parker. Pena que só assisti uma vez, mas lembro do enredo: dois jovens amigos fazem uma aposta, onde eles terão que arrumar alguém pra namorar em alguns dias. Caso não consigam, eles terão de pular da ponte do Broonklyn, em Nova York. O interessante do longa-metragem é a mensagem de que o amor pode estar mais perto do que você imagina, não precisa ficar procurando muito... Termino por aqui, pelo menos agora.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Quase um Yahoo Posts!

Quem sou quando estou com Deus?

"Quando estou com Deus sou melhor do que sem Ele e gosto disso. Preferiria ser melhor a todo o tempo, e por isso estar com Deus a todo o tempo, mas algo, mesmo pequeno, mesmo mesquinho, faz com que não esteja."

Confira mais aqui.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

As coisas são simples, a gente é que complica

É, é verdade, a frase acima está certíssima! Tudo é tão simples, tão fácil... Mas nós, benditos seres humanos, sempre tentamos ajeitar (leia-se: estragar) as coisas práticas que Deus fez e continua fazendo. Chega a ser muito engraçado...

... Mas é fruto da nossa visão limitada das coisas. É como se enxergássemos até o horizonte, enquanto Deus enxerga a Terra por inteiro, sem perder de vista nenhum detalhe. É assim.

Olha, esses dias estava parando pra pensar como Deus é infinitamente inteligente e criativo... E falo isso especialmente sobre relacionamentos. Vamos pensar:

- Mulher: ser muitíssimo emocional, com raras excecões
- Homem: ser muitíssimo racional, com raras exceções

Pois bem, parando pra analisar bem, o plano de Deus é que, quando se trata de relacionamento amoroso, a iniciativa deve partir do rapaz. Por quê? Porque o rapaz precisa exercitar seu lado emocional, precisa se apaixonar, precisa amar e precisa buscar a pessoa amada. Já no caso da mulher, o sentimento deve partir depois de ser cortejada. Por quê? Porque a mulher é 100% emoção e a emoção não nos faz racionar, ela precisa pensar, ela precisa analisar se a escolha vai ser certa, se é a vontade de Deus.

Claro que há exceções, afinal de contas, Deus é infinitamente criativo e criou inúmeras maneiras de aproximar pessoas. Mas vamos combinar que essa é uma teoria bastante plausível, explica muito bem essa situação e nos faz pensar o quanto Deus quer modelar todas as áreas da nossa vida.

Em tempo: pertinho do Dia dos Namorados, aí a gente para pra pensar nisso...



Em tempo 2: Uma baladinha bem romântica, Quatro por Um, Deus prometeu*

*Sem comentários